Presidente Temer nega cortes na Educação e Saúde

No final do ano de 2016, em Dezembro, o Congresso aprovou a PEC do Teto de Gastos, principal medida do governo Temer na economia.

Embora tenha causado grandes polêmicas, a mudança para gastos com Saúde iria ocorrer em 2017; a lei prevê como mínimo atualmente na Constituição que é de 15% das receitas do governo para a saúde. A partir de 2018, esse percentual será reajustado pela inflação do ano anterior.

Sancionado este mês, o orçamento para a Saúde está previsto em R$ 115,3 bilhões, em atendimento ao mínimo constitucional de 2017, que é de 13,7% da RCL (Receita Corrente Líquida), previsto pela PEC do Teto de Gastos.

Na última quinta-feira (12), o presidente Michel Temer disse que seu governo não reduziu verbas para Educação e Saúde mas, ao contrário, vai aumentar os recursos para essas áreas este ano.

"Diferentemente do que se costuma dizer, nós estamos revalorizando para o orçamento do ano que vem os valores da Saúde e da Educação", afirmou Temer. Também afirmou: "Basta saber ler e não ter má fé".

Em outro momento de seu discurso Temer afirma: "Saúde está no centro das prioridades do governo", e checando o site do planalto da república nos deparamos com informações valiosas relacionadas ao investimento feito no setor.

Entregando 340 ambulâncias para todo o País, o presidente da República, Michel Temer, afirmou, nesta segunda-feira (9), em Esteio (RS), que a Saúde está no centro das prioridades do governo. De acordo com Temer, o governo aumentou os investimentos em Saúde e Educação mesmo depois de aprovado o limite para os gastos públicos.

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